"Num movimento quase institivo de espanto, as duas mãos de Batista se juntaram, palma com palma, como se ele fosse rezar.Sua boca se abriu e deixou sair uma 'Santo Deus!'rouco e abafado, que pareceu vir do fundo de suas entranhas.
- O genro do senhor vem montado em um pangaré que nem merece o nome de cavalo...Por isso é que o noivo nunca chega..deve ter saído de Verona a uma semana ...Opangaré é tão magro que só tem mesmo pele e osso.Acho q para desfarçar a magreza ou decerto esconder a falta de pelo, a sarna, a bicheira e sei lá mais o que, o senhor petruqui vestiu o cavalo com uma manta,mas foi pior a emenda que o soneto, porque a tal manta, uqe deve ter sido vermelha algum dia, esta desbotada e cheia de ragões..."
- O genro do senhor vem montado em um pangaré que nem merece o nome de cavalo...Por isso é que o noivo nunca chega..deve ter saído de Verona a uma semana ...Opangaré é tão magro que só tem mesmo pele e osso.Acho q para desfarçar a magreza ou decerto esconder a falta de pelo, a sarna, a bicheira e sei lá mais o que, o senhor petruqui vestiu o cavalo com uma manta,mas foi pior a emenda que o soneto, porque a tal manta, uqe deve ter sido vermelha algum dia, esta desbotada e cheia de ragões..."
[Trecho retirado do livro A Megera Domada, de William Shakespeare, adaptação de Hildegard Fiest. Capítulo: Cerimônia de Casamento. Página: 62]
Justificativa:
Gosto desse trecho pois o acho engraçado e contagiante.
